Desde que o mundo é mundo, muitos seres humanos baseiam suas vidas a procura de bens materiais. Na época dos feudos, na Europa, a política de mercado era baseada em trocas de produtos por outros produtos de mais necessidade. Após isto, criou-se o ouro, e então, todas as pessoas viviam para ganhar ouro e comprar alimentos, saciar o ego e encher-se de luxo e brilhantes. Na sociedade atual isto não é muito diferente. Muitas pessoas vivem suas vidas para trabalhar e ganhar dinheiro para consumir, sejam alimentos, roupas, automóveis, etc.
Algumas pessoas utilizam seus ganhos para melhorar suas vidas, ajudar suas famílias, ou até mesmo construir uma. Outras pessoas vivem suas vidas para sustentar seus luxos, alimentar o ego, fazer quaisquer coisas que não sejam um investimento “correto” do dinheiro. Talvez isso não seja tão errado, porém, se torna um problema quando deixa de ser algo feito ocasionalmente e acaba se tornando rotina.
Muitos pensam: “o dinheiro é meu e faço o que quiser com ele”. Não estão errados, porém, poderíamos utilizar este dinheiro para fins mais humanos (o que todos, ou quase todos, deixaram de exercer a muito tempo), estes que poderiam ajudar outras pessoas, melhorar suas vidas particulares, ou até mesmo investir o dinheiro para que em um futuro seja mais útil do que é hoje. Infelizmente o ser humano deixou de ser “humano”, e passou a existir por existir. Não nos preocupamos com o próximo, vivemos para ganhar dinheiro e não o contrário, e apontamos o dedo para os que não fazem o mesmo que nós. Será que o dinheiro já nos consumiu por inteiros? Será que o falso poder que temos, é utilizado apenas para alimentar nossos cada vez maiores egos? Podemos mudar, basta acreditar.
@henriquestandt
Vivemos na época da superficialidade. A maioria das pessoas vive em um mundo de aparências e fantasias, se preoucupando muito com o que os outros vão pensar delas. A busca do dinheiro serve muitas vezes para construir este mundo de ilusão. A felicidade está simplicidade e na sinceridade: não podemos fingir ser aquilo que não somos.
ResponderExcluir* preocupando
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